Matemática 8º e 9º ano
Matemática – 8º e 9º ano 23.04
1-
FAZER O LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE A EVOLUÇÃO
DA PANDEMIA NO ESTADO DA BAHIA ( MÊS DE MARÇO E ABRIL).
2-
FAZER DUAS TABELAS ( UMA PARA MÊS DE MARÇO
E OUTRA PARA MÊS DE ABRIL) CONSTANDO
TODAS AS CIDADES BAIANAS COM CASOS CONFIRMADOS
DO CORONAVÍRUS
3-
FAZER UM GRÁFICO DE BARRAS E UM DE LINHAS COM OS
DADOS INFORMADOS NAS TABELAS. (OBS: NA CONSTRUÇÃO DOS GRÁFICOS USAR COR AZUL
PARA DADOS DO MÊS DE MARÇO E AMARELO PARA DADOS DO MÊS DE ABRIL)
LER O TEXTO EM ANEXO E FAZER UM RESUMO EVIDENCIANDO A
IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA
Entrega
da atividade: 30/04/2020
Foto da
atividade respondida no caderno, com nome, série, turma, turno, disciplina e enviar
para o email: colegioeraldo.melo@gmail.com
COLÉGIO ESTADUAL ERALDO TINOCO DE MELO
Leitura complementar
A Matemática
do Coronavírus
Falar de números é essencial ao se acompanhar qualquer tipo de doença,
sobretudo uma pandemia da magnitude da Covid-19 – não só pela quantidade de
vítimas que faz quanto pela agilidade com que avança pelo mundo.
É com base nos registros que as autoridades se organizam, projetam o
futuro e traçam as estratégias para sanar problemas – sejam eles econômicos, de
saúde ou sociais.
É claro que lidar com uma doença como a causada pelo novo coronavírus é
algo desafiador – se deixa à beira da loucura países desenvolvidos, como Itália
e Espanha, ou extremamente organizados, como a China, imagine a repercussão que
tem no Brasil, mergulhado numa séria crise econômica e contando moedas para o
Sistema Único de Saúde.
Por isso, ter dados confiáveis em mãos para definir o que fazer é mais
do que fundamental neste momento – ajuda a salvar vidas e certamente a destinar
bem os recursos, pois irá ajudar a definir para onde as verbas públicas deverão
ser direcionadas prioritariamente e em determinada quantidade.
Daí causar estranheza a miscelânea de números que parece tomar conta do noticiário, à medida em que a Covid-19 avança.
Daí causar estranheza a miscelânea de números que parece tomar conta do noticiário, à medida em que a Covid-19 avança.
Minas, que vinha registrando um aumento expressivo (e aparentemente
lógico) nos casos nos últimos dias – 44%, 50% e 54%, de sexta passada até
segunda-feira – teve, no último boletim divulgado, a confirmação de apenas mais
dois pacientes, ou 1,56%. Em contrapartida, o número de casos suspeitos passou
de 7.766 para 11.832.
Como a quantidade de pessoas com diagnóstico descartado não foi
informada, ou tivemos um aumento considerável – de pelo menos 4 mil – nos registros
sob investigação em 24 horas ou a velocidade dos resultados do teste é muito
pequena. E nenhuma das duas hipóteses é boa – devem embaralhar até os técnicos
da saúde, dificultando decisões que precisam ser tomadas de forma dinâmica,
dada a mudança frequente nos cenários da pandemia.
É imprescindível que possamos contar com uma leitura segura e fidedigna
das notificações, no país, em cada Estado e município. Na Coreia do Sul, por
exemplo, a realização de testes em massa, sem demora, parece ter sido o pulo do
gato para identificar fontes de infecção precocemente e controlar a doença. No
Brasil, onde só serão realizados testes para os casos muito graves, segundo o
poder público, já entramos perdendo. Então, valorizar a matemática e ler com
lupa os (poucos) dados que temos pode ser a fronteira entre uma estratégia mais
ou menos bem-sucedida.
TEXTO RETIRADO NO DIA 15/04/2020 https://www.hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/editorial-1.334042/a-matem%C3%A1tica-do-coronav%C3%ADrus-1.779914
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